Comunicação

27/07/2018

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO – 2018

NOVO COMUNICADO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO – 2018

NOVO COMUNICADO

Prezado(a) associado(a),

Como é do conhecimento de todos, até a presente data, estamos sem Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) assinada.

O SINDUSCON/JP sempre envidou esforços para, mediante o diálogo e o entendimento entre as partes, chegar a um consenso com o sindicato da classe laboral.

No entanto, observa-se que o SINTRICOM está criando um ambiente de discórdia entre as empresas e seus trabalhadores mediante a divulgação de argumentos inverídicos.

Aquele Sindicato tem informado que a classe produtiva está exigindo, dentre outros pontos, o retorno do banco de horas/ hora extra, a redução da hora de almoço e o trabalho Intermitente. Não é verdade! Nenhum desses assuntos foi sequer citado durante as reuniões de negociação.

Na realidade, a única cláusula que foi discutida foi a que trata da homologação da rescisão contratual. O SINTRICOM informou que não negociaria nada, a não ser que o SINDUSCON/JP concordasse com a obrigatoriedade da homologação das rescisões contratuais na sede do sindicato dos trabalhadores.

O SINTRICOM acusa o Sindicato dos empregadores de não ter apresentado nenhuma proposta de reajuste salarial para os trabalhadores. Novamente, não é verdade! O que houve, sim, foi a recusa do Sindicato laboral em negociar, mesmo com óbvios prejuízos para seus representados.

O SINTRICOM, com sua postura intransigente, deixou a categoria dos trabalhadores da construção civil sem os direitos outrora assegurados pela convenção coletiva, cita-se como exemplo o café da manhã, a cesta básica, a distribuição da jornada de trabalho até sexta-feira e a remuneração com percentual de 80% para as horas extraordinárias trabalhadas.

O SINDUSCON/JP tem orientado às empresas a manterem todos os benefícios concedidos pela CCT de 2017, mesmo não sendo obrigatório fazê-lo, em uma atitude de respeito e de boa vontade para com os trabalhadores.

Faz-se necessário que cada empresa esclareça seus funcionários, mostre que o Sindicato que os representa não tem lutado em prol do trabalhador, sendo o principal responsável pela não assinatura da Convenção Coletiva até este momento.

Este Sindicato reafirma sua intenção de se manter aberto ao diálogo e espera que, em breve, haja consenso entre as classes produtiva e laboral.

 

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